Sindicato dos Bancários de Campinas e Região

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Bancos
08/06/2026

Em julho: novas turmas presenciais dos cursos CPA, C-PRO R e C-PRO I

As inscrições para as novas turmas presenciais dos cursos preparatórios para as certificações CPA, C-Pro R e C-Pro I, do CDHP, estão abertas. As aulas terão início no mês de julho, na sede do Sindicato.

Atualizados de acordo com as novas regras das certificações de 2026, os cursos são voltados aos profissionais que buscam qualificação, crescimento na carreira e novas oportunidades no mercado financeiro.

A formação oferece condições especiais para bancários sindicalizados, que têm 40% de desconto nas mensalidades.

Anote na agenda e já garanta seu lugar:

📅 CPA
De 07/07 a 13/08. Terças e quintas-feiras. Das 19h às 22h30.
Valores: Sindicalizados: R$ 780 | Não sindicalizados: R$ 1.300

📅 C-Pro R (antiga CPA 20)
De 08/07 a 14/08. Quartas e sextas-feiras. Das 19h às 22h30.
Valores: Sindicalizados: R$ 780 | Não sindicalizados: R$ 1.300

📅 C-Pro I (antiga CEA)
De 18/07 a 12/09. Sábados. Das 9h às 18h.
Valores: Sindicalizados: R$ 1.470 | Não sindicalizados: R$ 2.450

📚 Aulas com o professor Alexandre Milanezi, conteúdo atualizado conforme as novas certificações, apostila e plataforma online com exercícios. 

Importante: Em caso de desistência após o início das aulas, não haverá restituição dos valores pagos, em razão do compromisso assumido pela equipe responsável pela realização dos cursos.

Mais informações:
Professor Alexandre: (19) 4141-2883

#CPA #CProR #CProI #Anbima #MercadoFinanceiro #Bancários #QualificaçãoProfissional #Sindicato #Carreira #Investimentos

Santander
05/06/2026

Santander promove demissões em massa e COE cobra suspensão imediata

A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander cobrou, na última quarta-feira (3), do banco a suspensão imediata de um processo de demissões em massa que estaria atingindo trabalhadores em diversas regiões do país.

A representação dos empregados encaminhou manifestação formal à direção da instituição após receber relatos de desligamentos em massa, especialmente envolvendo trabalhadores do cargo de Especialista de Atendimento.

Segundo a COE, os desligamentos ocorreram sem qualquer comunicação prévia ou negociação com a representação dos trabalhadores, desrespeitando o compromisso de diálogo permanente estabelecido entre as partes por meio do Comitê de Relações Trabalhistas, previsto no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

A preocupação da representação dos trabalhadores é ainda maior porque o tema foi levado à mesa de negociação na última reunião com o banco, realizada em 13 de maio. Na ocasião, a COE questionou rumores sobre a extinção do cargo de Especialista de Atendimento.

De acordo com os representantes dos empregados, o negociador do Santander afirmou categoricamente que não havia qualquer processo de extinção do cargo e que eventuais movimentações seriam pontuais.

Para a coordenadora da COE Santander, Ana Marta Lima, “o banco precisa esclarecer imediatamente o que está acontecendo e interromper os desligamentos”. Ela destaca ainda que “a adoção de medidas dessa natureza sem diálogo prévio também contraria o entendimento consolidado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que reconhece a necessidade de participação das entidades representativas dos trabalhadores em processos de dispensa coletiva”.

A COE aguarda uma manifestação formal do Santander e reforça que continuará acompanhando o caso e adotando todas as medidas necessárias para defender os empregos, o respeito à negociação coletiva e os direitos dos trabalhadores do banco.

(Fonte: Contraf-CUT)

Caixa
05/06/2026

Apesar de mudança no Super Caixa, critérios criticados continuam

A Caixa Econômica Federal apresentou, em live realizada na segunda-feira (2), alterações no regulamento do programa de remuneração variável Super Caixa. As mudanças foram divulgadas faltando apenas 19 dias úteis para o fechamento do ciclo e, embora tragam alguns ajustes na forma de cálculo do valores a pagar, mantêm critérios que vêm sendo duramente criticados pelas entidades representativas dos empregados desde a implantação do programa.

Entre os pontos que permanecem inalterados estão os indicadores de CSAT (Customer Satisfaction Score – Pontuação de Satisfação do Cliente) e NS, apontados pelos trabalhadores como fatores excludentes e desproporcionais para o acesso ao programa. Durante a apresentação, representantes do banco afirmaram que a Caixa não abrirá mão desses critérios.

Outro aspecto que chamou a atenção das entidades é a exigência de assinatura de diversos termos de ciência para que os empregados possam acessar o sistema de acompanhamento do desempenho. O trabalhador só tem acesso ao sistema Super Caixa, para consultar seus resultados, se concordar com todos os itens dos termos.

Os termos também estabelecem que os valores pagos pelo programa possuem natureza de premiação, sem incorporação à remuneração, sem reflexos trabalhistas, previdenciários ou fundiários. Além disso, o empregado precisa declarar ciência de que as simulações apresentadas no portal não representam expectativa de pagamento e que os valores dependem de regras, gatilhos e repasses definidos pela empresa.

O que mudou

Segundo a apresentação feita pela Caixa, o modelo deixa de operar exclusivamente na lógica do “tudo ou nada” e passa a prever faixas intermediárias de "premiação".

Pelas novas regras, a habilitação inicial passa a ser de 25% do valor da remuneração devida, desde que se atinja os marcos de liderança na dimensão Integridade do Alcance.Caixa e em pelo menos mais uma dimensão Core, além de CSAT e NS igual ou superior a 100.

Após a habilitação, o empregado passa a acumular percentuais de premiação conforme seu desempenho nas dimensões Core e nas demais dimensões do Alcance.Caixa.

Na prática, isso significa que um trabalhador poderá receber percentuais intermediários, mesmo sem atingir o nível máximo em todas as dimensões, situação que não ocorria no formato anterior.

Apesar da mudança, as entidades observam que a estrutura continua baseada em uma série de condicionantes, gatilhos e classificações que tornam o programa complexo e de difícil compreensão para os empregados.

Críticas permanecem

Para o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco, as alterações anunciadas são resultado direto da mobilização dos trabalhadores e da pressão exercida pelas entidades representativas, mas ainda estão longe de resolver os principais problemas do programa.

“Se houve mudanças, elas aconteceram porque os empregados se mobilizaram, denunciaram as injustiças do programa e cobraram a Caixa de forma permanente. Mas a principal crítica continua válida.”, afirmou.

O movimento sindical critica também o momento escolhido pela empresa para anunciar as mudanças informa que continuará acompanhando a implementação das novas regras e cobrando mudanças que garantam maior transparência, previsibilidade e justiça no programa de remuneração variável da Caixa.

(Com informações Contraf-CUT)
BB
05/06/2026

Representação dos funcionários busca mais sustentabilidade para Cassi

Representantes dos funcionários e do Banco do Brasil se reuniram na última quarta-feira (3) para mais uma rodada de negociações sobre o custeio da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi). O encontro teve como objetivo discutir alternativas para garantir a sustentabilidade  e avançar na construção de um modelo de financiamento capaz de atender às demandas dos associados.

Durante a reunião, o Banco do Brasil propôs aprofundar o debate técnico sobre cenários elaborados a partir de uma proposta de modelo híbrido de custeio, sob o argumento de que existiriam divergências em relação ao formato apresentado.

Os representantes dos trabalhadores afirmaram ter recebido a posição com surpresa. Segundo as entidades, a expectativa era obter um retorno sobre as críticas e os apontamentos feitos na reunião anterior, uma vez que há consenso quanto à necessidade de buscar uma alternativa que não esteja vinculada exclusivamente à remuneração dos funcionários.

As entidades reiteraram que é necessário aprofundar os estudos e as simulações para avaliar os impactos de cada proposta e construir uma solução equilibrada para a Cassi.

A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, ressaltou que o debate precisa contemplar temas que seguem sem definição. “As entidades já manifestaram concordância com a busca de um modelo híbrido de custeio. O que precisamos agora é analisar com profundidade os cenários apresentados e seus impactos para os associados. Mas também é fundamental avançar em questões que seguem sem solução, como o custeio da assistência à saúde no período pós-laboral dos funcionários admitidos após 2018 e o direito definitivo de filiação à Cassi para os colegas egressos de bancos incorporados”, afirmou.

Outro ponto destacado pela representação dos trabalhadores foi a necessidade de garantir uma solução permanente para os funcionários oriundos de bancos incorporados pelo Banco do Brasil, assegurando seu acesso ao Plano de Associados da Cassi.

Ao final do encontro, ficou definida uma nova rodada de negociações para a próxima terça-feira (9), quando as partes darão continuidade às discussões.

(Fonte: Contraf-CUT)

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Fundado oficialmente em 27 de fevereiro de 1954, o Sindicato dos Bancários de Campinas e Região é referência nacional, com atuação pioneira em momentos decisivos para as conquistas da categoria bancária.

Com presença ativa nas negociações coletivas, na defesa de direitos e no diálogo permanente com a base, representa bancários de 37 cidades da região. Em 2025, o Sindicato inaugurou sua nova sede, no mesmo terreno do clube.

Com base sólida e olhar voltado para o futuro, esse é o seu Sindicato! Saiba mais.

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Conheça o Sindicato e aproveite tudo o que oferecemos para você. Na sede administrativa, os bancários contam com atendimento jurídico, central de informações, espaço de coworking e biblioteca exclusiva para associados. Tudo pensado para facilitar o dia a dia e garantir apoio em diferentes momentos.

No mesmo acesso, está o clube, com piscinas adulto e infantil, quadras de areia, campo de grama sintética, sauna mista, Cantina 85 e o Salão da Zenaide. Um espaço completo de lazer e convivência para você e sua família.

Acordos Home

A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) Bancária é um dos instrumentos mais completos de proteção aos trabalhadores no Brasil, resultado de negociações nacionais e de muita luta nas últimas décadas. Atualmente, possui cerca de 150 cláusulas – a maioria prevê direitos acima da Consolidação das Leis do Trabalho.

Alguns direitos assegurados na CCT:

  • Participação nos Lucros e Resultados (PLR), com regras nacionais;

  • Vales-refeição e alimentação;

  • Jornada de 6 horas;

  • Licenças-maternidade e paternidade ampliadas;

  • Auxílio-creche/babá e 13ª cesta-alimentação;

  • Cláusulas de proteção à mulher, promoção da diversidade, combate ao assédio moral e sexual, além de medidas de prevenção e cuidado com a saúde dos trabalhadores.

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