Do total de votantes no sistema Vota Bem, 60% foram favoráveis ao acordo, que garante reajuste zero nas mensalidades e coparticipações do plano de saúde, além de aporte da Caixa para quitar débitos de 2025, no valor de quase R$ 600 milhões.
A assembleia realizada pelo Sindicato de forma virtual nos dias 11 e 12 de novembro. O novo ACT terá vigência até 31 de agosto de 2026.
Desafios permanecem
Apesar do avanço, os desafios estruturais permanecem – e a mobilização da categoria continua essencial. O teto de 6,5% da folha salarial, imposto à participação da Caixa no custeio, segue como o principal obstáculo à sustentabilidade do plano.
“Mesmo diante do déficit projetado para superar R$ 500 milhões em 2025, o banco manteve essa limitação, prevista em seu estatuto, e que compromete a proporção histórica de 70% de custeio pela Caixa e 30% pelos empregados”, explica o dirigente sindical Carlos Augusto Silva (Pipoca), representante do Sindicato na Comissão Executiva dos Empregados (CEE).
O Sindicato defende a construção de um novo modelo de gestão, com maior participação dos empregados e fim do teto de 6,5%, medida que também permitirá que os admitidos após 2018 possam manter o plano após a aposentadoria.
A luta continua!