
Segundo o IBGE, 8,9% da população brasileira possui algum tipo de deficiência, enfrentando desafios diários em uma sociedade que ainda precisa avançar na garantia de acessibilidade e oportunidades.
“Não se trata apenas de cumprir a lei, mas de assegurar respeito, dignidade e igualdade de condições para todos os trabalhadores”, afirma o diretor de imprensa do Sindicato, Cristiano Meibach.
No setor bancário, a luta sindical já trouxe avanços importantes. A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria garante, na cláusula 116, o direito a abono de ausência para ajustes ou consertos de próteses. No Banco do Brasil, foi conquistada a redução da jornada para pais e responsáveis de pessoas co7m deficiência.
Na base de Campinas e Região, o Sindicato obteve em maio deste ano uma vitória histórica: a Justiça determinou a reintegração definitiva de uma bancária com deficiência demitida pelo Itaú em 2019, decisão que reafirma a proteção contra práticas discriminatórias.
O compromisso do Sindicato com a data e com a inclusão segue firme: não basta que os bancos cumpram o decreto 3.298/99. Garantir condições adequadas de trabalho, integração e oportunidades de carreira e igualdade salarial são objetivos almejados, assim como a defesa dos direitos das pessoas com deficiência como prioridades permanentes.
O departamento jurídico da entidade está à disposição dos bancários PCD da base para apoio e orientação.
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