
O Sindicato esteve representado pelas diretores Maria Aparecida da Silva (Cida), Kátia Tavernaro, Linda Kuniyoshi, Maria Adriana Moraes e Marcos Eduardo de Moraes; além dos delegados sindicais Karina Araújo, Cláudio Anhezini, Fábio Rodrigues, Osmarina de Moraes e Diogo Castro e delegada de base Bassi Rabinovitsch .
Segundo a diretora Cida, que representa também a Feeb-SP/MS e a CEBB, o congresso se destacou como uma “oportunidade de debater temas extremamente relevantes para os funcionários, especialmente sobre Cassi e Previ, que não devem servir a interesses políticos ou a lucro. Em tempos de ataques massivos às entidades públicas, defendê-las é defender a soberania”.
No evento, foi realizado um ato simbólico em apoio à Previ, destacando a importância de sua governança paritária e democrática. O presidente da Previ, João Fukunaga, alertou para ataques recentes que visam fragilizar a entidade e o próprio Banco do Brasil, e reforçou que o modelo de gestão sólido e auditado garante a proteção dos direitos dos associados.
Também foi anunciado um grupo de trabalho para analisar juridicamente a transferência de planos incorporados e assegurar a sustentabilidade do fundo.
Sobre a Cassi, o diretor de Planos de Saúde, Alberto Alves Junior, apresentou projetos de ampliação da telemedicina, avaliação de prestadores e parcerias com UNIMED Nacional e Saúde Caixa, visando melhorar a rede de atendimento. Ele destacou a importância do cuidado humanizado e alertou para a redução da participação do banco no custeio da Cassi ao longo dos anos.
Cida defendeu durante o evento a igualdade de direitos de todos os bancários incorporados, inclusive os admitidos pós 2018. “O direito ao pós-laboral para todos é uma demanda legítima. É essencial que o Banco do Brasil traSe de forma equitativa todos os seus funcionários, sem discriminação”, afirmou.
Durante o congresso, foram aprovados eixos de luta que incluem a defesa da função pública do Banco do Brasil, ampliação do atendimento em regiões desbancarizadas, fortalecimento da agricultura familiar, realização de novo concurso com inclusão de PCDs, combate ao assédio moral e a metas abusivas, e garantia de governança e sustentabilidade da Previ e da Cassi.
Foram ainda definidas campanhas de mobilização e moções de repúdio a ataques externos, reafirmando o compromisso da categoria com a proteção de seus direitos e instituições públicas essenciais.

(Com informações Contraf-CUT)

