
O Itaú informou ter contratado 5.839 e desligado 4.475 funcionários, além de registrar 1.800 pedidos de demissão.
Até julho de 2025, foram fechadas 197 agências no Brasil (30 na base Feeb SP/MS) e 211 unidades foram convertidas em agências de negócios (26 na Feeb SP/MS). O banco não descartou a possibilidade de adotar o modelo de agências de negócios como único formato no futuro.
A COE cobrou acompanhamento dos trabalhadores realocados, melhores condições de trabalho e atenção ao atendimento a aposentados, além de medidas para reforçar a segurança em unidades sem vigilantes.
Outro ponto discutido foi o segmento Empresas Pro Smart, cuja primeira fase foi implantada em Campinas. A nova estrutura inclui os cargos de Gerente Geral Empresas e AN PJ, ampliando possibilidades de carreira.
A segunda fase contemplará Minas Gerais e Rio de Janeiro. A COE questionou a incorporação da remuneração variável trimestral baseada na média dos últimos 12 meses, já que nem todos os gerentes foram contemplados, e o banco não esclareceu como será em casos de licença saúde ou gestante.
Para a diretora do Sindicato, Daniele Miyachiro, que participa da COE: “A representação considera essencial que o banco adote com urgência soluções concretas e respeite direitos, principalmente diante das mudanças no modelo de agências e remuneração”.
O banco prometeu avaliar as demandas e retomar as discussões em próximas reuniões, incluindo temas do GT do GERA, como problemas no SQV, avaliação de performance e treinamentos.

