
A mobilização, organizada por diversas centrais sindicais, apresentará uma pauta unificada ao presidente da República, ao Congresso Nacional e ao Judiciário, com foco em justiça tributária, redução da jornada de trabalho e valorização dos trabalhadores.
Este ano, estão entre as principais reivindicações: a redução da jornada de trabalho sem diminuição salarial; fim da escala 6×1; isenção do Imposto de Renda para salários até R$ 5.000, com descontos para rendas até R$ 7.000; isenção de imposto na PLR e incentivo à geração de empregos.
“A proposta de isenção do Imposto de Renda para salários até R$ 5.000, já apresentada pelo governo federal como Projeto de Lei 1087/2025, beneficiaria cerca de 54 mil bancários, representando um ganho significativo para a categoria”, destaca o presidente do Sindicato, Lourival Rodrigues.
Ainda segundo estudo do Dieese, se aprovada a reforma tributária, outros 68 mil bancários terão descontos no valor do imposto a pagar (por estarem na faixa salarial de até R$ 7 mil). Além disso, 26 milhões de brasileiros seriam beneficiados com isento total de impostos.
Vale lembrar que a Marcha da Classe Trabalhadora, que integra as atividades do 1º de Maio, é parte de uma série de ações estratégicas das centrais sindicais até 2026. Para Lourival, trata-se de um “evento importante para promover um Brasil mais justo e igualitário, valorizando a participação dos trabalhadores.”