Os boatos de uma possível transação fizeram com que a representação sindical entrasse em contato com o banco que assegurou a inexistência de "qualquer transação desse tipo em andamento".
A coordenadora da COE Bradesco, Erica de Oliveira, destacou: "A notícia da venda gerou grande preocupação entre os funcionários, mas após o contato com o banco, foi confirmado que não há qualquer fundamento nessas informações. Continuaremos acompanhando e mantendo nosso diálogo com a direção do Bradesco."
Os rumores indicavam que a JBS, gigante do setor alimentício, estaria se articulando para comprar o Bradesco, com o aval das herdeiras do fundador do banco, Amador Aguiar. Segundo as publicações, as irmãs Lia, Lina e Maria Aguiar teriam dado sinal positivo para a venda, o que fortaleceria a JBS, cujo valor de mercado atualmente é estimado em R$ 152,11 bilhões.
A suposta movimentação da JBS faria parte de uma estratégia da empresa para diversificar suas atividades, após já ter anunciado sua intenção de adquirir a Mantiqueira, a maior produtora de ovos da América do Sul.
(Com informações Contraf-CUT)
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