Sindicato dos Bancários de Campinas e Região

Para o coordenador da COE/BMB, Marco Aurélio Alves, a proposta do banco é unilateral e, da forma como está, impossibilita o recebimento da PLR pelos trabalhadores, com uma projeção de crescimento inviável de 32%.

“Absurdamente, a meta de lucro anual, que era de R$ 250 milhões em 2022 passou para R$ 330 milhões em 2023, representando um aumento de 32%. Isso foge à realidade e, praticamente, impossibilita o atingimento da meta e recebimento de PLR pelos empregados”, explica Marco Aurélio.

Já a representante do Sindicato de Campinas e Região e da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP/MS) na reunião, Maria Aparecida da Silva (Cida) destaca que o COE está realizando uma pesquisa de clima entre os funcionários do Mercantil sobre a proposta de programa próprio.

“É muito importante que o bancário responda a pesquisa, que nos dará subsídios e direcionamento para negociar com banco.  O trabalhador pode participar sem se identificar”, explica Cida.

Além das expectativas sobre a PLR, a pesquisa abordará outros temas, entre eles questões relacionadas a metas e assédio moral. Vale destacar também que, em 2022, o lucro do Mercantil do Brasil atingiu R$ 201 milhões, valor foi um recorde.

Diante disso, os dirigentes sindicais da COE querem entender o porquê de um aumento tão expressivo nas metas de 2023.

A próxima reunião da COE/BMB com a direção do Mercantil sobre o programa próprio de PLR 2023 ainda não tem data definida.

Clique aqui para preencher a pesquisa de clima.

(Fonte: Seeb Campinas/ Contraf-CUT e SEEB BH)

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