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Data: 30.09.2019 00:00

Greve pelo Clima, em Campinas


Em protesto contra as mudanças climáticas, vários cidadãos se reuniram no dia 20 deste mês de setembro no Largo do Rosário, em Campinas; entre eles, militantes, ativistas, professores, estudantes, crianças, políticos e dirigentes sindicais, incluindo diretores do Sindicato. Convocada pela Coalização pelo Clima, como parte da Greve Global pelo Clima, a manifestação teve como objetivo alertar as autoridades a adotar medidas contra o colapso ambiental registrado em várias partes do planeta, a degradação do meio ambiente, o aquecimento global, provocados por ações humanas. A Coalizão é uma frente formada por 70 organizações ambientais, movimentos sociais e centrais sindicais. Na abertura do protesto em Campinas, o professor Enrique Ortega, da FEA (Faculdade de Engenharia de Alimentos) da Unicamp, proferiu aula pública sobre as mudanças climáticas.

O protesto mundial tem como inspiração o movimento “Fridays For Future” (Sextas-feiras pelo Futuro), organizado pela jovem ativista sueca de 16 anos, Greta Thunberg. Desde agosto de 2018, uma vez por semana, Greta falta às aulas, em Estocolmo, para protestar contra as mudanças climáticas, em frente ao parlamento sueco. E ocorreu às vésperas da Cúpula do Clima da ONU (Organização das Nações Unidas), a ser realizada no dia 23 deste mês de setembro, em Nova York. Inclusive o Brasil não integra a lista de países que vão discursar. “O Brasil não apresentou nenhum plano para aumentar o compromisso com o clima”, disse o enviado especial da secretaria-geral da ONU, Luis Alfonso de Alba, segundo matéria publicada no jornal Folha de S. Paulo, edição do dia 19 deste mês de setembro.

Amazônia em chamas

A Greve Global pelo Clima aconteceu no momento em que as queimadas na Amazônia, provocadas por fazendeiros e grileiros, chama a atenção mundial. Diante do descaso do governo Bolsonaro, o desmatamento aumentou 222% em agosto deste ano, em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo dados do Deter, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). O Deter dispara alerta de desmate para Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Em agosto deste ano foram desmatados cerca de 1.701 km2 de floresta. No mesmo mês do ano passado, foram 526 km2.

Fotos: Júlio César Costa


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