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Data: 04.08.2019 15:53

21ª Conferência define mobilização contra reforma da Previdência e em defesa dos bancos públicos


Reunidos na 21ª Conferência Nacional dos Bancários, 602 delegados aprovaram as estratégias de luta em defesa da soberania nacional, da liberdade de imprensa e dos bancos públicos e contra a reforma da Previdência e da Medida Provisória (MP) 881, a minirreforma trabalhista que altera vários pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Organizada pelo Comando Nacional dos Bancários, a 21ª Conferência realizada em São Paulo, entre os dias 2 e 4 deste mês de agosto, aprovou também a defesa do emprego, das condições de trabalho, da mesa única de negociação (bancos públicos e privados), e da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e Aditivos (BB e Caixa Federal). E mais: a unidade deve nortear a luta da categoria.

Dia de Luta: Para defender os bancos públicos e os direitos dos trabalhadores, a 21ª Conferência aprovou Dia Nacional de Luta em 4 de setembro. Já no dia 13 deste mês de agosto, a CUT conclama os trabalhadores a realizarem manifestações contra a reforma da Previdência (PEC 6), apresentada pelo governo Bolsonaro, Quanto à Previdência, os trabalhadores do ramo financeiro defendem a construção de propostas visando o cumprimento efetivo dos direitos sociais previstos na Constituição de 1988.

Reajuste: Neste ano, cabe destacar, a Conferência não discutiu temas como reajuste salarial, definido na Campanha de 2018, com a assinatura da CCT válida por dois anos. A Convenção prevê a reposição da inflação registrada entre os meses de setembro de 2018 e agosto de 2019, mais 1% de aumento real, a partir de 1º de setembro.

Delegados: Os bancários de Campinas e Região foram representados por nove delegados, todos os diretores do Sindicato: Carlos Augusto, Cida, Cristiano, Elisa, Lourival, Mauri, Patrícia, Stela e Vander.

Banco do Brasil: contra o desmonte

O 30º Congresso dos Funcionários do Banco do Brasil, realizado nos dias 1º e 2º em São Paulo, que reuniu 260 delegados, definiu vários encaminhamentos. Entre eles: ampliar o debate sobre teletrabalho e home office; engrossar a luta contra a reforma da Previdência; reforçar a mesa dos bancos incorporados visando melhorar o regulamento dos planos de previdência e que sejam administrados pela Previ; construir a reabertura de negociação sobre um novo plano de custeio da Cassi; organizar abaixo-assinado contra a medida do Conselho Deliberativo que altera o critério da coparticipação, aumentando os valores cobrados; e inclusão na pauta do 31º Congresso, em 2020, dos seguintes temas: mulheres, LGBTI+, negros e pessoas com deficiência (PCD).

Delegados: Cida, Elisa, Linda, Nilcéia e Marcos Eduardo.

Dias de luta

9 de agosto: contra a reestruturação, implantada a partir do dia 29 de julho.

22 de agosto: em defesa da Cassi.

Caixa Federal: contra o retrocesso

O 35º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa Federal (Conecef), realizado nos dias 1ª e 2 deste mês de agosto em São Paulo, aprovou as bandeiras de luta contra o retrocesso. Entre elas, defesa da Caixa 100% pública, do Saúde Caixa e da Funcef, contratação de mais empregados e melhores condições de trabalho, com fim do assédio moral e do GDP (Gestão de Desempenho de Pessoas), e combate ao descomissionamento arbitrário.

O 35º Congresso reuniu 272 delegados. Os empregados da Região de Campinas foram representados por seis delegados: Carlos Augusto/Pipoca, Lilian, Marcelo e Silvio (diretores do Sindicato) e Alessandra e Andreia (base).

Dia de luta

14 de agosto: em defesa do Saúde Caixa.

Fotos: Júlio César Costa


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