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Data: 02.08.2019 09:30

21ª Conferência Nacional dos Bancários prepara mobilização


A 21ª Conferência Nacional dos Bancários será aberta hoje à noite (2 de agosto) na Quadra do Sindicato dos Bancários de São Paulo. Durante três dias (2, 3 e 4), delegados de todo o país vão discutir temas como soberania nacional, democracia, emprego, condições de trabalho, ações contra a privatização dos bancos e demais empresas públicas, contra a reforma da Previdência, aprovada em 1º turno no dia 10 de julho, e contra a MP 881, a minirreforma trabalhista.

Em outros termos, a 21ª Conferência vai discutir e definir as estratégias de luta da categoria bancária contra os ataques aos direitos dos trabalhadores lançados pelo governo federal e pelo Congresso Nacional. Neste ano, não será discutido o tema reajuste salarial, definido na Campanha de 2018, com a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) válida por dois anos. A CCT prevê a reposição da inflação registrada entre os meses de setembro de 2018 e agosto de 2019, mais 1% de aumento real.

Bandeiras de luta

A Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul, da qual o Sindicato é filiado, irá apresentar as deliberações da Conferência Interestadual, realizada nos dias 15 e 16 de julho em Ribeirão Preto, que tem quatro pontos:

Reforma da Previdência

Manter a mobilização da categoria bancária contra a reforma da Previdência (PEC 6), aprovada em votação de primeiro turno pela Câmara dos Deputados, no dia 10 de julho, com base no substitutivo do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP). Acompanhar as orientações das centrais sindicais e construir propostas visando o cumprimento efetivo dos direitos sociais previstos na Constituição de 1988.

MP 881

Combater a Medida Provisória (MP) 881, denominada Declaração de Direitos de Liberdade Econômica, em tramitação no Congresso Nacional. A minirreforma trabalhista altera vários pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Entre as mudanças, flexibilização horários e jornada de trabalho com liberação de trabalhos aos sábados, domingos e feriados, sem distinção de atividades; exclusão dos empregados com remuneração superior a 30 salários mínimos da aplicação da CLT; e acaba com a obrigatoriedade das CIPAs (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes), para micro e pequenas empresas e estabelecimentos ou locais de obra com menos de 20 trabalhadores.

Contratação

Abrir processo de negociação com os bancos e empresas do setor financeiro, visando a contratação de seus trabalhadores.

O trabalho bancário fora das regras estabelecidas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) deve ser negociado com os sindicatos representantes dos trabalhadores.

Bancos públicos

Defesa das instituições financeiras públicas como agentes de fomento do desenvolvimento econômico e social do país; entre elas, Caixa Federal. E também de instituições financeiras constituídas por capital público e privado (sociedade economia mista); entre elas, o Banco do Brasil.

Delegação: Os bancários de Campinas e Região serão representados por 9 delegados, todos os diretores do Sindicato: Carlos Augusto, Cida, Cristiano, Elisa, Lourival, Mauri, Patrícia, Stela e Vander.

Fotos: Júlio César Costa


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