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Data: 10.12.2018 17:52

Unidade na luta garante direitos


2018 foi um ano difícil. Depois de duas duras batalhas no ano anterior contra as reforma trabalhista e da Previdência Social, 2018 começou com uma ‘nova’ Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que passou por uma “profunda e extensa reforma”, mais de 150 mudanças que nos remete não para o futuro, mas para o passado.

Entre as mudanças, terceirização irrestrita, contratos de trabalhos precários (trabalho intermitente; teletrabalho), prevalência do negociado sobre o legislado, enfraquecimento dos sindicatos, e fim da homologação da rescisão dos contratos de trabalho nas entidades sindicais.

Diante desse quadro, quais seriam as estratégias para enfrentar as novas regras no mundo do trabalho e o desemprego? Como organizar os trabalhadores, em particular, os trabalhadores do ramo financeiro?

O Comando Nacional dos Bancários decidiu antecipar a deflagração da Campanha para não ultrapassar a data-base (1º de setembro). Decisão acertada.

A Convenção Coletiva de Trabalho 2016-2018 perderia validade no 31 de agosto, dado que a nova CLT acabou com a ultratividade das normas coletivas, que assegurava a prorrogação do acordo coletivo durante o processo de negociação.

Após dois meses de preparação à 20ª Conferência Nacional, incluindo encontros regionais e Conferência Interestadual, coordenados pela Federação dos Bancários de SP e MS, e três meses de negociação entre o Comando e a Fenaban, históricos direitos foram mantidos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), com vigência de dois anos (2018-2020). E mais: os mesmos direitos foram estendidos aos chamados trabalhadores hipersuficientes. Em tempos de retirada de direitos, fomos vitoriosos.

A luta, no entanto, não acabou. Em 2019, novo governo, novos desafios. O Sindicato, conforme decidiu o 6º Congresso dos Bancários, Financiários e Cooperavitários, realizado no último dia 24 de novembro, irá atuar em defesa dos interesses da categoria em duas frentes prioritárias: uma geral, reforma da Previdência Social; outra, específica, o avanço das novas tecnologias na execução dos serviços bancários, que tem resultado no fechamento de postos de trabalho.

Nos novos embates, o Sindicato conta com o apoio dos trabalhadores do ramo financeiro.

A Diretoria


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