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Data: 30.07.2018 16:47
Categoria: Notícias Gerais, BB

Sindicatos apresentam propostas para Cassi


Os sindicatos entregaram ao Banco do Brasil um documento com uma série de propostas para a Caixa de Assistência (Cassi), durante a terceira rodada de negociação para renovar o Aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (na pauta, saúde e condições de trabalho), realizada no último dia 23, em Brasília. Inclusive os sindicatos propuseram a retomada do processo de negociação sobre a Cassi. Em reunião realizada no último dia 5 de junho, no Rio de Janeiro, os representantes do BB disseram que não negociariam nenhuma proposta para a Cassi na mesa de renovação do Aditivo, apenas no fórum específico da governança.

Entre as propostas dos sindicatos, gestão paritária, manutenção do princípio da solidariedade, fortalecimento da Estratégia de Saúde da Família e novas receitas extraordinárias e temporárias.

Novas receitas

Os sindicatos propõem uma receita operacional nova de R$ 862,5 milhões/ano – o que representa R$ 4,3 bilhões entre 2019/23 – para reequilibrar liquidez e margem de solvência, fazer os investimentos necessários e ampliar o modelo assistencial. Esta verba viria de um aditivo ao Memorando de Entendimentos, definindo 1,5% para o corpo social, que corresponderia R$ 345 milhões ao ano, ou seja, R$ 1,725 bilhão de 2019 a 2023; e 1,5 vezes este valor a ser pago pelo banco, representando R$ 517 milhões ao ano, o que daria R$ 2,587 bilhões no mesmo período. Esta alteração sustentaria a mesma metodologia contábil e legal que o banco construiu em 2016, inclusive dentro dos parâmetros da CVM695, e coloca de lado a resolução nº 23 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR).

O remodelo do aporte, proposto pelos sindicatos, possibilitaria inclusive o crescimento em 10% ao ano na rede de cobertura da Estratégia Saúde da Família (ESF), alcançando 300 mil associados em 2023. Além disso, a condição para se reavaliar os sistemas de custeio, gestão e saúde da Cassi como o próprio modelo assistencial com uma cobertura mais robusta em funcionamento, permitirão decisões mais acertadas e com temporalidades mais adequadas a partir de 2024.

O BB não se manifestou sobre o documento entregue pelos sindicatos.

Leia a íntegra do documento entregue ao Banco do Brasil.

Fonte: Contraf-CUT


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