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Data: 20.12.2017 10:42
Categoria: Notícias em Foco, Santander

Superintendência Regional do Santander fechada em Campinas


Em protesto contra recentes medidas adotadas sem discussão com os sindicatos, os funcionários da Superintendência Regional e da agência Barão de Itapura do Santander em Campinas paralisam os serviços hoje (20) até às 16h, Dia Nacional de Luta. Entre outras medidas, o banco espanhol mudou a data de pagamento dos salários, passando do dia 20 para o dia 30; alterou os meses de pagamento do 13º salário (antes, fevereiro e novembro; agora maio e dezembro) e implantou acordo individual de Banco de Horas Semestral.

Em carta aberta aos funcionários e clientes, intitulada “Negociar é a solução”, o Sindicato destaca que a “decisão da diretoria do Santander é, no mínimo, estranha; choca-se com o histórico de negociações com os representantes dos trabalhadores bancários. O que mudou? O diálogo ainda é a melhor alternativa para resolver qualquer conflito na relação capital e trabalho. O diálogo avança; não recua. A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária e o próprio Aditivo à CCT, que trata de questões específicas dos trabalhadores do banco espanhol, são os melhores exemplos”.

A SR Regional instalada em Campinas engloba as regionais de Limeira, Piracicaba, Jundiaí e Sul de Minas e os setores Área de Risco e Rede Staf.

Leia a íntegra da carta.

Santander adota medidas sem discussão com sindicatos.

Negociar é a solução

O Santander implantou algumas medidas, recentemente, sem discussão alguma com os sindicatos. Entre elas, mudança da data de pagamento dos salários, passando do dia 20 para o dia 30; alteração dos meses de pagamento do 13º salario (antes, fevereiro e novembro; agora, maio e dezembro); e adoção do acordo individual de Banco de Horas Semestral.

A decisão da diretoria do Santander é, no mínimo, estranha; choca-se com o histórico de negociações com os representantes dos trabalhadores bancários. O que mudou? O diálogo ainda é a melhor alternativa para resolver qualquer conflito na relação capital e trabalho. O diálogo avança; não recua. A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária e o próprio Aditivo à CCT, que trata de questões específicas dos trabalhadores do banco espanhol, são os melhores exemplos. Diga-se, de passagem, o Santander é o único banco privado nacional que negocia aditivo com os sindicatos.

Por entender que o diálogo é necessário, fundamental, os sindicatos realizam hoje, 20 de dezembro, um Dia Nacional de Luta em Defesa da Negociação, contra qualquer decisão arbitrária, contra qualquer medida que fere os direitos dos trabalhadores. Em outros termos, o protesto é um recado à direção do banco espanhol: respeite aqueles que trabalham nas unidades que contribuem com 26% do lucro global, não adote nenhuma medida de forma unilateral, valorize o trabalhador bancário brasileiro.

Foto: Júlio César Costa


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