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Data: 03.08.2017 16:44
Categoria: Notícias Gerais, CEF

Presidente do Sindicato comenta reestruturação na Caixa Federal


Central de FGTS em Campinas será afetada com reestruturação da Caixa Federal

Departamento tem cerca de 90 funcionários e cuida do gerenciamento do FGTS e de renegociação com empresas que atrasam ou não pagam tributo.

Por Marcelo Andriotti, G1 Campinas

03/08/2017 09h24

Fila para o saque do FGTS em agência da Caixa na região central de Campinas (Foto: Ana Letícia Lima/G1)

A Central de FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) da Regional Campinas será uma das afetadas pela reestruturação nacional feita Caixa Econômica Federal. A CEF confirma a mudança, mas afirma que ainda não há prazos e definições se o departamento será extinto ou somente reduzido. A central tem cerca de 90 funcionários e atende as regiões de Campinas, Sorocaba, São José dos Campos e Baixada Santista.

Não haverá mudanças para o atendimento direto ao público, que é feito nas agências. Mas essa central gerencia os recursos do FGTS e as negociações de dívidas de empresas que atrasam ou não recolhem o tributo. Atualmente, cerca de 1,5 mil empresas atendidas pela central de Campinas parcelam suas dívidas.

Com o fechamento ou redução do pessoal, as empresas precisarão buscar a renegociação em unidades de outras cidades, provavelmente em capitais. As informações que chegam aos trabalhadores, ainda não oficiais, é que das 16 centrais em todo o país restarão apenas cinco. E Campinas seria uma das extintas ou teria redução de 90 para 15 funcionários.

“Além da questão dos bancários, nossa preocupação é com o gerenciamento dos recursos do FGTS, inclusive o uso deles em programas habitacionais. Do jeito que as coisas andam atualmente no país, a gente sempre espera por algo pior”, diz a presidente do Sindicato dos Bancários de Campinas, Ana Stela Alves de Lima. As mudanças no setor podem ser um indicativo de alterações maiores da CEF em relação ao FGTS e o uso desse recurso, uma das preocupações das lideranças sindicais.

Pressão

O sindicato também aponta para tentativas de pressionar os funcionários da CEF depois que a meta do Programa de Desligamento Voluntário Extraordinário (PDVE) não atingiu sua meta, que era de 10 mil e não chegou nem a 5 mil. A reestruturação poderia forçar bancários a aderirem ao programa para evitar mudar de função e até de cidade.

“Em princípio, Campinas tem carência de funcionários e não haveria necessidade de mudança de cidade na realocação, mas tudo pode acontecer”, diz Stela. Uma reunião entre representante do Sindicato dos Bancários e da CEF foi marcada para o dia 15 em Brasília para discutir como serão feitas as mudanças internas.

Em nota, a CEF informou que “eventuais mudanças organizacionais não terão impacto na atuação do banco nos municípios. A Caixa garante a continuidade dos negócios regionais e reforça o seu papel de parceira estratégica do governo federal. Além disso, o banco ressalta que a reestruturação interna prevê a modernização de processos, centralização de atividades e melhoria da qualidade de atendimento”.


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