
Experiência pioneira do Sindicato, implementada na década de 90, a Comissão de Conciliação Voluntária (CCV) do Itaú segue com resultados expressivos para a categoria. Somente entre janeiro e junho deste ano, foram analisados 89 casos, dos quais 70 tiveram resultado positivo, com pagamento de R$ 4,6 milhões aos bancários e bancárias atendidos pelo Departamento Jurídico do Sindicato.
Para o diretor do Departamento Jurídico do Sindicato, Vander da Cunha, os números demonstram a importância da CCV como instrumento de defesa dos direitos da categoria. "A CCV tem se mostrado um caminho eficiente para buscar a reparação de direitos de forma ágil. O pagamento demora no máximo 60 dias, depois do termo elaborado pelo jurídico e encaminhado para análise do banco. É bem mais rápido que na esfera judicial", afirma.
O que é?
A CCV é uma ferramenta para quem tem dúvidas ou reivindicações relacionadas aos direitos trabalhistas após o encerramento do contrato de trabalho. Com o acompanhamento do Departamento Jurídico do Sindicato, o bancário apresenta pedidos como horas extras, diferenças salariais, verbas rescisórias, desvio de função e outras pendências em reúnião representantes do banco, o bancário e o Sindicato.
Quando há acordo, os valores são pagos de forma negociada. Caso não haja conciliação, o bancário ou bancária permanece livre para ingressar com ação na Justiça do Trabalho, sem prejuízo aos seus direitos.
Além do Itaú, o Sindicato mantém acordos de CCV com Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal (para casos específicos), ampliando as alternativas para a solução de conflitos trabalhistas.
A participação na CCV é voluntária. O atendimento deve ser agendado pelo WhatsApp (19) 99666-0276.